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APLB paralisa atividades; “se não conseguirmos reunião com o prefeito vamos parar novamente”

A APLB – Sindicato dos Profissionais em Educação de Itacaré, realizou uma paralisação geral nas escolas municipais. O ato ocorreu devido uma série de cobranças da classe que não estão sendo atendidas, entre elas, uma reunião com o prefeito, que há 6 meses vem remarcando.

Professores e funcionários de apoio fizeram uma caminhada nas ruas de Itacaré e participaram da sessão da Câmara, sendo que a direção do sindicato utilizou o plenário para explanar a situação e justificar a paralisação para a comunidade. A Comissão de Educação da Casa Legislativa abraçou a causa e deu total apoio aos servidores.

Entre as reivindicações está o cumprimento do Plano de Carreira do Magistério (FUNDEB 60), o Plano de Carreira dos Servidores de Serviços Gerais (FUNDEB 40),o Terço de Férias do Servidor de Apoio, o reajuste de salário dos Secretários Escolares, o Piso Nacional do Magistério que deveria ser pago desde janeiro de 2018, e regularizaçao de algumas situações vistas em um estudo da folha de 2017 e outras situações da categoria.

“Hoje está sendo batizado como um dia de luta pelos nossos direitos. E se não nos atendermos estaremos fazendo paralisação uma vez por semana, atá que haja uma conversa”, declarou Marcone.

“Temos que conseguir uma solução. Nossos alunos não podem ser prejudicados por uma paralisação apenas por causa de uma reunião com o executivo. E a classe também não pode ser prejudicada. Esse é um direito adquirido por Lei Municipal que foi estudado e aprovado. Se tem o direito, tem que ser cumprido”, declarou Canelinha.

“Quando assumiu o cargo o prefeito falou que a gestão seria de desafios. Nós aprovamos nesta casa a lei orçamentaria e que o Governo Federal repassa 25% para a educação, mas não quer dizer que seja responsabilidade da união. Se consegue fazer outras programações com o recurso, porque não investir na educação? O prefeito precisa abrir as contas da prefeitura e comprovar as dificuldades”, declarou Hamilton Paixão.

“Antes de ser vereador trabalhei nesta casa legislativa como motorista, e via diariamente Joselita defendendo o direito dos servidores. Depois que se tornou secretária deixou a desejar. Não vi ainda para que veio. Precisamos que venha a acontecer um trabalho em conjunto para as coisas acontecerem. Vejo que está na hora de acontecer. Ontem estive em uma escola na zona rural que os servidores viram a secretária apenas uma vez”, declarou Dinho.

“Fico triste por que quem sofre é o aluno e ao mesmo tempo alegre pela ação de vocês e parabenizo pela organização. Fico triste também em saber que as pessoas saem de férias, retornam e não recebem o terço de férias, fico triste em saber que o prefeito disse que voltaria mudado e de quê forma provar que mudou? Com ações e atitudes. Fico me perguntando sobre a secretária de educação. É uma pessoa que na gestão anterior sempre estava na rua fazendo greve e paralisação lutando pela categoria e hoje me pergunto por que ela não “dá as caras”. Sendo que a única coisa que a classe quer é uma reunião com o gestor. Se fosse eu, renunciava o cargo de secretária, pois não tem autonomia”, declarou Benildo.

“Uma reunião não é nada demais. Cadê a secretária agora? Cobrava tanto quando estava a frente sindicato. Deveria estar aqui dando apoio a classe. Quero também convoca-la no plenário desta casa, preciso fazer algumas perguntas e que a comunidade ouça”, declarou Seu Luís.
Itacaré Informa/Taboquinhas Informa

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